
Dados da pesquisa Genial/Quaest divulgada mostrou uma piora de sete pontos percentuais na percepção dos brasileiros sobre seu poder de compra. Entre os entrevistados, 71% afirmou que o poder de compra é pior do que um ano atrás. Esse número era de 64% em março.
De acordo com o instituto o índice dos que consideram o poder de compra igual caiu de 21% para 17%, enquanto os que consideram melhor passou de 14% para 11%. A percepção de piora foi maior entre os que ganham até dois salários mínimos: cresceu de 59% em março para 72% agora.
A alta nos preços de itens básicos e alimentação corrói o orçamento das famílias, especialmente nas classes de menor renda. Apesar de o mercado de trabalho registrar taxas de desemprego historicamente baixas, a renda estrutural não acompanha o aumento no preço de serviços e produtos essenciais.
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Com a inflação rondando o teto da meta e juros em patamares restritivos, o ganho real do salário mínimo tem efeito limitado na percepção de melhora do dia a dia da população. Como dito, muitos notam que seu poder de compra, com base no salário, caiu bastante.
Novo salário mínimo para 2027
Diante da situação, o Governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou uma proposta para o Orçamento de 2026 e prevê um salário mínimo de R$ 1.741 em 2027 – R$ 120 a mais que os atuais R$ 1.621. O valor consta no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) que o governo envia ao Congresso Nacional nesta segunda-feira (31). O valor final ainda deve ser atualizado até o fim do ano.
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Se confirmado, o reajuste será aplicado a partir de janeiro – ou seja, no salário que o trabalhador recebe em fevereiro. Brasil sofre perda devastadora… LEIA MAIS!






