
Um dos condenados pelos atos do dia 8 de janeiro morreu na Argentina. A informação foi divulgada pela Associação dos Familiares e Vítimas (ASFAV) através das redes sociais.
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Segundo informações compartilhadas pela publicação, ele estava no país vizinho e chegou a adoecer e ficar vários dias internados em hospital. Nos últimos dias, seu quadro se agravou e o homem não resistiu.
O ocorrido foi confirmado pela advogada responsável por representá-lo ao portal “G1”. Segundo ele, seu cliente teve um problema de saúde no final de 2025, que posteriormente foi tratado como Síndrome de Guilliand Barré, doença autoimune que atinge o sistema imunológico.
A advogada explicou ainda que ele estava em recuperação, mas não resistiu. O adestrador de cães está sendo velado na Argentina e a família deve trazer o seu corpo para o Brasil.
“Fugindo da perseguição no Brasil estava refugiado na Argentina. Longe de sua família e da sua pátria, adoeceu e ficou por vários dias internado em um hospital no país vizinho”, informou a ASFAV.
Sentença do Supremo Tribunal Federal
Segundo à fonte, o acusado foi condenado pelo STF pelos seguintes crimes: abolição violenta do Estado Democrático de Direito; Golpe de Estado; dano qualificado; deterioração do Patrimônio tombado e associação criminosa armada.
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Em sua defesa, o acusado disse que entrou no Palácio para se proteger das bombas, negando ter algum tipo de participação no vandalismo. Ele foi condenado a 14 anos e seis meses de prisão em regime fechado pelos atos do dia 8 de janeiro.
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