
A defesa de João Teixeira de Faria, mais conhecido como João de Deus, conseguiu e ele teve a pena reduzida para 214 anos, 1 mês e 20 dias de reclusão, além de um ano de detenção. A condenação é quase metade das penas impostas em primeira instância, que somavam quase 500 anos.
A confirmação foi dada em primeira mão ao canal de notícias CNN Brasil pelo TJGO (Tribunal de Justiça de Goiás), que levantou uma relação de processos pelos os quais João de Deus responde. O líder religioso, que cumpre pena em regime domiciliar, responde a 18 ações penais, sendo a maioria por crimes sexuais como estupro de vulnerável e violação sexual mediante fraude.
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De acordo com o documento, a redução, por quase metade da condenação inicial, ocorreu após a interposição de recursos. Atualmente, com as alterações impostas pelos acórdãos, a pena ficou fixada em 214 anos, 1 mês e 20 dias de reclusão, além de 1 ano de detenção.
De acordo com o balanço da Justiça de Goiás, alguns processos ainda aguardam o julgamento de Recursos Especiais no STJ (Superior Tribunal de Justiça). Em nota, o Ministério Público de Goiás (MPGO) afirmou que as penas aplicadas em primeira instância foram reduzidas pela Justiça.
Crimes sexuais
João de Deus responde pelos crimes de estupro de vulnerável, violação sexual mediante fraude, estupro e crime do art. 217 (antigamente caracterizado por sedução e revogado pela Lei nº 11.106/2005). Essas acusações envolvem um total de 67 vítimas identificadas nas denúncias, além de outras 121 vítimas cujos casos foram atingidos pela prescrição ou decadência do direito de representação.
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