
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu em Limeira (SP) ao ser arremessada da Ponte do Esqueleto durante um salto de rope jump sem corda de segurança.
Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves foram autuados em flagrante por homicídio com dolo eventual e tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça.
O Cidade Alerta da TV Record teve acesso ao áudio dos depoimentos. Luis Felipe alegou que o rope jump não possui regulamentação no Brasil e classificou o caso como “fatalidade”.
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Maicon disse que o equipamento suportava mais de duas toneladas e não soube explicar a ausência da corda. Vitor afirmou que sua função era apenas equipar os clientes e ajudar no impulso inicial, destacando que nunca haviam registrado acidentes antes.
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Luis Felipe declarou que todos os saltos anteriores do dia foram fiscalizados e explicou que não consegue entender o que aconteceu. “Apagou da mente. Então, a gente está nessa prática há um tempo e, tipo, hoje, foi uma fatalidade. A gente não consegue entender o que aconteceu”, relatou.

Na audiência, Luis Felipe Feliciano Egoroff, um dos funcionários que estava no lugar da fatalidade que vitimou Maria Eduarda, de 21 anos, em Limeira (SP), e disse não se lembrar se a checagem dos equipamentos de segurança foi feita antes do salto.
Durante audiência, Luis Felipe Feliciano Egoroff, um dos funcionários que estava no local do acidente que matou Maria Eduarda, de 21 anos, em Limeira (SP), afirmou não se lembrar se a checagem dos equipamentos de segurança foi realizada antes do salto. Segundo ele, o momento… pic.twitter.com/LGbJV0CZvs
— Cidade Alerta (@cidadealerta) June 15, 2026
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