
Morreu Carlos Guilherme Mota, grande historiador e professor emérito da FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas) da USP, aos 85 anos de idade, na última quarta-feira, 20 de maio. A morte, no entanto, somente veio à tona nesta quinta (21).
Carlos Guilherme Mota era o nome central da historiografia contemporânea brasileira e pioneiro no estudo das ideologias e mentalidades no país, Mota deixa um legado de mais de 30 livros publicados.
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Sob a influência de intelectuais como Emília Viotti da Costa e Fernando Novais — com quem escreveu a obra ‘A Independência Política do Brasil’ —, Mota rompeu com a história meramente factual para se debruçar sobre as estruturas de poder e o pensamento das elites. Sua transição para a disciplina uniu a vocação filosófica à pesquisa histórica.
“Na verdade, eu queria ser filósofo, mas tinha pouca aula para dar. Daí eu vi que na história também daria para fazer filosofia. E por aí entrei no estudo das mentalidades”, declarou o historiador ao Jornal da USP em 2017.
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Em nota oficial, a USP declarou: “Informamos com pesar o falecimento de Carlos Guilherme Santos Serôa da Mota, docente do Departamento de História e Professor Emérito da FFLCH, aos 85 anos, na quarta-feira, 20 de maio. O professor foi velado na tarde desta quinta-feira, 21 de maio, em São Paulo“, disseram.
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