
Um texto de Jair caiu como uma bomba neste sábado e virou o país de cabeça para baixo! Flávio Bolsonaro leu em transmissão uma carta de Jair Bolsonaro pedindo que as “possíveis diferenças” no bolsonarismo sejam deixadas de lado. Isso mostra que Flávio ainda precisa da chancela do pai para legitimar sua pré-candidatura e cobrar lealdade dos aliados.
O conflito com a madrasta expôs acusações de humilhação e desrespeito. Michelle deixou o PL Mulher, retirando da campanha uma liderança importante entre mulheres evangélicas e conservadoras, segmento onde Flávio tem dificuldades.
A carta não traz apoio de Michelle nem resposta às críticas; apenas ordena que aliados apoiem Flávio. Em vez de se afirmar como líder, Flávio aparece como “porta-voz” do pai, reforçando sua imagem de herdeiro dependente.
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Já em dezembro de 2025, outra carta de Jair foi usada para sustentar a candidatura do filho. A nova intervenção mostra que a autoridade de Flávio continua atrelada ao pai. A tentativa de demonstrar unidade acaba revelando a dependência estrutural: Flávio avança porque Jair o empurra, e sua legitimidade ainda vem da voz do pai.
Confira a transcrição da carta de próprio punho escrita em letra de forma:
“Carta aos brasileiros:
Saudoso do contato com o povo, ao qual devo lealdade, escrevo num momento de decisão para o futuro de todos nós. O momento é de arregaçar as mangas e deixar de lado possíveis diferenças, e cada um se empenhar pelo nosso pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, a melhor opção para livrarmos o Brasil da corrupção, da violência e empobrecimento.
Meu pré-candidato, creio o seu também, meu porta-voz no qual confio para resgatar o Brasil e nos conduzir para a paz e prosperidade. Um afetuoso abraço a todos na certeza de que, juntos, tudo faremos pela nossa pátria. Deus, pátria, família e liberdade”.
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