
A identidade dos três técnicos de enfermagem suspeitos de matar ao menos três pacientes em um hospital particular no Distrito Federal acabaram sendo reveladas pela Polícia e divulgadas em rede aberta dentro do Jornal Nacional, da TV Globo, nesta última terça-feira, 20 de janeiro.
De acordo com apurações do Jornal Nacional, Marcos Vinicios Silva Barbosa de Araújo é o técnico de enfermagem que a polícia suspeita ter injetado altas doses do medicamento que provocou parada cardíaca nas três vítimas. Ele já trabalhou em outros hospitais do Distrito Federal. Após ser demitido do hospital Anchieta, conseguiu emprego em uma UTI pediátrica de outra instituição.
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A segunda suspeita é Marcela Camilly Alves da Silva, de 22 anos, que ainda estava no primeiro emprego. E, segundo a polícia, era treinada por Marcos Vinícius. Já a terceira é Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos, que é amiga dele e trabalhava em outro setor do hospital.
Para à TV Globo, os investigadores afirmaram que Marcos Vinicios é o principal suspeito e apresentou versões vagas e inconsistentes sobre o motivo dos crimes e mudou de versão. Marcos e Marcela, depois de muita pressão, confessaram o crime. Amanda, no entanto, negou participação. Mas segundo a polícia, as imagens mostram que ela ajudou a cometer os crimes.
Presidente da AMIB se manifesta sobre o crime
O presidente da Associação de Medicina Intensiva Brasileira do DF (AMIB) explicou que o remédio usado no crime tem um protocolo rígido de controle, da Anvisa, por ser considerado de alto risco. “O farmacêutico não pode entregar ao técnico de enfermagem um medicamento de alta vigilância. Nenhum medicamento de alta vigilância é feita por um único profissional“, inicia a explicação.
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“Ele sempre é feito por uma dupla checagem, o que nós chamamos de checagem a quatro olhos. Ou seja, dois olhos do enfermeiro e dois olhos, por exemplo, do técnico de enfermagem. Para garantir que aquele processo tem total segurança, porque aquele medicamento, a depender de como ele é feito, na velocidade de infusão, na dose, ele pode causar prejuízos importantes ao paciente, e até mesmo a morte“, disse Alexandre Amaral.
Veja a reportagem:
Polícia confirma identidade dos técnicos de enfermagem suspeitos de matar pacientes no DF
Suspeitos têm entre 22 e 28 anos. A polícia apura a motivação dos homicídios, se há outras vítimas e se houve participação de outros funcionários.
Assista à reportagem completa:… pic.twitter.com/hvcwZnZOhR
— Jornal Nacional (@jornalnacional) January 21, 2026
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