
Nesta sexta-feira (29), a Anvisa anunciou que a Química Amparo, fabricante dos produtos Ypê na cidade do interior de São Paulo, poderá retomar suas atividades. A marca apresentou um plano de ação para atender 76 requisitos sanitários identificados pela inspeção na fábrica no mês passado. Após aquela inspeção, a Anvisa orientou a interrupção do uso de 24 produtos da marca.
Também foi autorizada a comercialização e o uso dos produtos Lava-Roupas Líquido, Lava-Louças Líquido e Desinfetantes identificados pelo final de lote “1” fabricados a partir de 1° de abril de 2026. A Anvisa manteve a orientação para não utilizar os produtos finalizados com o algarismo “1” no lote fabricados até 31 de março de 2026. As informações são do jornal Metrópoles.
Comunicado da Ypê comemorando recorde de vendas é Fake
A autorização foi concedida à empresa após o que a Anvisa chamou de “reinspeção conjunta”, que começou ontem e terminou nesta sexta-feira. A inspeção da Anvisa também teve participação do Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo (CVS-SP), o Grupo de Vigilância Sanitária Campinas (GVS) e a Vigilância Sanitária de Amparo (Visa-Amparo).
De acordo com a Anvisa, a “fiscalização constatou a adequação das principais ações corretivas que têm sido implementadas pela Ypê desde a suspensão de duas linhas de produção da fábrica de Amparo (SP), determinada em 7 de maio”. “Verificamos que esta fábrica da Ypê já reúne as condições necessárias para operar com segurança e disponibilizar produtos sem risco sanitário para a população brasileira”, afirmou Leandro Safatle, presidente da Anvisa, em visita às instalações da Química Amparo nesta sexta-feira.
Anvisa suspende fabricação e determina recolhimento de produtos da marca Ypê
Suspensão
A Anvisa determinou a suspensão do comércio, da distribuição e do uso de detergentes lava-louças líquidos, sabões líquidos para roupas e desinfetantes da Ypê com lotes de numeração final 1 e fabricados até 31 de março de 2026.
Pedro Turra tem bens bloqueados por autorização da Justiça
Nesta quinta-feira (28), o Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) autorizou o bloqueio de R$ 5,1 milhões em bens do piloto Pedro Arthur Turra Basso. A medida vem depois do pedido da família de Rodrigo Castanheira, jovem morto após ser agredido por Turra, em fevereiro deste ano. Leia mais…






