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Cármen Lúcia afirma que TSE deve ser “rigoroso e intransigente”

Abertura do Ano Judiciário marca tom firme para 2026

Joaquim Mamede
Joaquim Mamede
Professor, pesquisador e redator. Formado em Letras pela UFRJ, Mestre e, atualmente, doutorando em Literatura Portuguesa, uno a paixão pela escrita ao prazer da redação aqui no Área Vip. Gosto de escrever sobre Música, Artes e Cultura Pop.
Ministra Carmen Lúcia (Reprodução/Redes Sociais)
Ministra Carmen Lúcia (Reprodução/Redes Sociais)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) iniciou oficialmente o Ano Judiciário Eleitoral de 2026 nesta segunda-feira (2/2), e a presidente da Corte, Cármen Lúcia, fez um discurso contundente que rapidamente reverberou no meio político. Enfática, a ministra afirmou que o Judiciário Eleitoral precisa ser “rigoroso e intransigente” diante de qualquer desvio ético, reforçando que magistrados e servidores devem adotar condutas exemplares durante o processo eleitoral.

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Segundo ela, é esperado do juiz eleitoral um comportamento ainda mais rigoroso em suas decisões e atitudes. “A transgressão a esses princípios é inconstitucional, ilegal e injusta para a cidadania”, declarou. Para Cármen, somente uma atuação guiada pela ética garante que o Judiciário cumpra seu papel de forma plena.

Eleições de outubro no radar do TSE

Com a abertura dos trabalhos, o TSE já se prepara para o período mais intenso do ano: as eleições gerais de outubro, que definirão presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais. Cármen Lúcia destacou que a confiança da população no processo eleitoral depende diretamente da clareza e da justiça do pleito.

A ministra foi categórica ao afirmar que não haverá tolerância com práticas que contrariem os princípios da honestidade e do decoro funcional. “Democracia exige ética, transparência e eficiência no atuar do Poder”, reforçou.

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Recado direto aos partidos políticos

Além de mirar o Judiciário, Cármen Lúcia enviou um recado explícito aos partidos. Ela pediu que as siglas atuem dentro da legalidade, com moralidade e clareza. “No Estado de Direito não há espaço para a ilegalidade nem para desvios jurídicos”, completou.

A fala ocorreu após o presidente do STF, Edson Fachin, anunciar que Cármen será a relatora do novo Código de Ética da Corte, apontado como prioridade da atual gestão para ampliar transparência e confiança pública.

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Joaquim Mamede
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