Aproveitando seus dotes musicais, Zé da Feira bem que podia cantar para sua esposa: “Amélia é que era mulher de verdade…”. Afinal, ela atura a bebedeira do marido, está sempre pronta para ajudá-lo e agora, está prestes a recuperar o samba perdido!
Arrasado no hospital, desde que sofreu o acidente, Zé só pensa na música que inventou e que foi roubada. Cheia de revolta, Amélia jura para o marido e para a sogra, Mãe Setembrina, que vai encontrar o tal de João Fuleiro, o ladrão, e fazer justiça.
Realmente, ela pega o ônibus lá para as bandas de Curicica e acaba encontrando o tal sambista cantando a música de Zé da Feira para uma platéia. Amélia invade a festa e diz para quem quiser ouvir que Fuleiro roubou o samba do piolho. O cantor e a esposa expulsam-na de lá aos gritos, e ela vai embora para o ponto de ônibus, desolada.
Mas eis que um homem chamado Mariozinho a segue e diz que é produtor de João Fuleiro. Ele quer saber se o samba foi mesmo roubado, o que é prontamente confirmado por Amélia. Então, ele entrega seu cartão, dizendo que é para Zé da Feira procurá-lo na gravadora.
Esta sim, é uma mulher de verdade! Graças a ela, Zé pode ter a chance de ver sua música brilhar! Falta só ele largar a bebida…
A cena deve ser exibida a partir de sexta-feira, dia 16.






