
Depois de quase dez anos, a Justiça de Santa Catarina responsabilizou a Associação Chapecoense de Futebol pela morte de um jornalista vítima da tragédia aérea envolvendo o voo da LaMia, ocorrida em novembro de 2016, na Colômbia.
De acordo com informações do jornal ‘O Globo’, a decisão foi proferida pela 2ª Vara Cível de Santa Catarina e reconheceu que a conduta da companhia aérea boliviana ‘beirava o dolo’, além de apontar que a Chapecoense assumiu o risco ao optar pela contratação da empresa, considerada mais barata, mesmo havendo alternativas mais seguras.
+ Gleisi Hoffmann culpa Jair Bolsonaro após Flávio Dino ser ameaçado de morte
Conforme a sentença, o clube foi condenado ao pagamento de R$ 150 mil por danos morais para cada um dos autores da ação, a esposa e os pais do jornalista morto no acidente, acrescidos de juros e correção monetária. De acordo com a ação, a defesa da Chapecoense sustentou que o jornalista viajava de forma gratuita, como cortesia, argumento rejeitado pela Justiça.
Relembre a tragédia com a Chapecoense
Vale lembrar que a tragédia ocorreu na noite de 28 de novembro de 2016, quando o voo LaMia 2933 caiu nas proximidades de Medellín, na Colômbia. A aeronave transportava jogadores, integrantes da comissão técnica, dirigentes, jornalistas e tripulantes rumo à final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional.
+ “Precisam me enterrar vivo”, diz Flávio Bolsonaro sobre desistir das Eleições
O acidente matou 71 pessoas e deixou apenas seis sobreviventes, sendo considerado uma das maiores tragédias da história do futebol mundial. Investigações conduzidas após o desastre apontaram falhas graves no planejamento do voo, especialmente relacionadas à insuficiência de combustível.
SUPOSTA AMANTE DE VINI JR. SE PRONUNCIA, VEJA!
A influenciadora Bruna Pinheiro, apontada como suposta pivô do término de Vini Jr. e Virginia Fonseca, usou as redes sociais na noite de segunda-feira, 18 de maio, para se pronunciar pela primeira vez sobre o caso… LEIA MAIS!






