
Deborah Secco relembra hoje, 10/6, como decidiu customizar os uniformes cáqui e marrom usados no programa Tá na Copa. Ela quebrou o silêncio sobre a polêmica e rebateu os comentários.
A ideia surgiu em parceria com a figurinista e o stylist Erick Maia, trazendo um olhar de moda para o universo esportivo. Os primeiros looks geraram grande debate sobre o que uma mulher “pode ou não pode vestir”. Diante disso, Deborah reforçou que “não dá para baixar a guarda” e que acredita que a mulher deve vestir o que quiser, ao Gshow.
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Ela agora faz parte do “Chama o Vrááá”. O programa reúne Deborah Secco, Milton Cunha, Nicole Bahls e Ed Gama para conversar sobre futebol, momentos marcantes das Copas e histórias divertidas. O clima é de descontração e celebração da cultura da Copa.
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“Eu não sou uma especialista em futebol, não pretendo ser. A gente queria me caracterizar de que eu era realmente: a artista, com um olhar completamente leigo, mas o olhar de um apaixonado pelo futebol“, explicou a beldade.
“Quando estreou e foi um estrondo de comentários, um grande debate do que não se pode uma mulher vestir, do que é certo ou do que não é certo”, recordou, pontuando: “Eu chamei a Carol [figurinista] e o Erick e falei: “Agora a gente vai precisar arrasar em todos os looks”, disse a Milton Cunha.
“Agora não dá para baixar a guarda, sabe? Porque eu acredito mesmo que a mulher pode vestir o que ela quiser vestir“, desabafou.
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