Uma novela, seus bastidores e o tênue limite entre a ficção e a realidade. Esses são os elementos de Programa Piloto, o especial de humor da Rede Globo que vai ao ar no dia 23 de dezembro, com autoria de Cláudio Paiva, colaboração de Nilton Braga, direção-geral de Maurício Farias e direção de núcleo de Guel Arraes.

O programa vai mostrar um folhetim passado no Paquistão e seus bastidores nos estúdios de uma emissora brasileira fictícia. “Em Programa Piloto nosso objetivo é mostrar a novela dentro da novela. Queremos apresentar o trabalho que dá colocar uma história de pé, retratar esse dia a dia de uma produção. Podemos considerar o programa um filho do TV Pirata, com o mesmo tom cínico de humor”, conta o autor Cláudio Paiva.

No folhetim, Carmen (Andrea Beltrão) chega ao Paquistão dos homens-bomba determinada a resgatar seu marido Edgar (Alexandre Borges) que sofreu um acidente de carro. Ele está internado num hospital de Islamabad aos cuidados de Naja (Fernanda Torres), sua criada muçulmana. Carmen quer trazê-lo de volta para o Brasil, missão que promete ser mais complicada do que podia imaginar já que, longe dos olhos da esposa, Edgar se envolveu em muita confusão.

Na trama que se desenrola durante as gravações desse drama, Beatriz (Andrea Beltrão) e Renata (Fernanda Torres), atrizes veteranas, Fabiana (Fernanda de Freitas), uma dissimulada aspirante ao estrelato, e Alvarenga (Alexandre Borges), um galã em crise de meia-idade, vivem uma história paralela tão emocionante quanto a que estão encenando em frente às câmeras. Todos sob a supervisão caótica do diretor Magalhães (Otávio Müller) e de Taís (Georgiana Góes), sua produtora e fiel escudeira.

“Dirigir esse trabalho tem sido delicioso. O programa é uma mistura de drama farsesco com comédia de costumes, mas, acima de tudo, um olhar apaixonado sobre a televisão”, explica o diretor Maurício Farias. Sobre o elenco, ele complementa: “Há muito tempo eu e Cláudio queríamos trabalhar com a Andréa Beltrão, a Fernanda Torres, o Alexandre Borges e o Otávio Müller. O texto foi escrito para eles. Em seguida, chamamos a Fernanda de Freitas e a Georgiana Góes, duas excelentes atrizes. Todo o processo foi acompanhado pelo Guel, nosso parceiro e diretor de núcleo.”



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