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quinta-feira, 25 de julho de 2024

Hoje no Brasil: País volta a bater recorde de mortes pela Covid-19, São Paulo tem 4 mil policiais com a doença e Rio de Janeiro começa abertura do comércio

O Ministério da Saúde divulgou mais 1.262 novas mortes provocadas pelo novo coronavírus

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Núcia Ferreira
Núcia Ferreira
Jornalista carioca com passagens pelas revistas Conta Mais, TV Brasil e TV Novelas. No site Área VIP, além de redatora, é repórter especialista em Celebridades, TV e Novelas.
Mortes pela Covid-19 volta a bater recorde, policial em São Paulo e comércio no Rio de Janeiro – Montagem Área Vip

Apesar das medidas de isolamento social estarem sendo afrouxadas em várias regiões, o Brasil volta a bater recorde de mortes pela Covid-19. Nesta terça-feira (02), o país registrou 1.262 novas mortes provocadas pela doença, superando o número anterior, de 21 de maio, quando 1.118 óbitos foram notificados. Com os novos dados, o país chega a 31.199 óbitos e 555.383 casos, dos quais 28.936 foram registrados nas últimas 24 horas.

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Grafico Ministério da Saúde

Segundo o novo balanço do Ministério da Saúde, do total de mortes notificadas de ontem para hoje, 367 ocorreram nos últimos três dias. Há ainda 4.312 óbitos em investigação. Os cinco estados com o maior número de casos confirmados da doença são: São Paulo (118.295), Rio de Janeiro (56.732), Ceará (53.073), Amazonas (43.195) e Pará (41.207). Os  estados com o maior número de mortes pela Covid-19 são: São Paulo (7.994), Rio de Janeiro (5.686), Ceará (3.421), Pará (3.040) e Pernambuco (2.993).

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Segundo dados divulgados  pela universidade norte-americana John Hopkins, o Brasil continua na segunda colocação mundial em número de casos da doença, atrás apenas dos Estados Unidos, que registra 1.827.206 casos da doença. No ranking internacional de mortes causadas pela Covid-19, o Brasil segue na quarta posição atrás da Itália (33.530), Reino Unido (39.451) e Estados Unidos (106.028).

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Polícia Militar de São Paulo – Agência Brasil/Arquivo

Número de policiais com coronavírus em São Paulo impressiona

São Paulo se tornou o epicentro durante a pandemia do novo coronavírus. E quem vem sofrendo com a Covid-19 são profissionais que acabam trabalhando nas ruas. Mais de 4 mil policiais estão afastados no estado de São Paulo por suspeita ou diagnóstico da doença,  incluindo agentes das Polícias Militar, Civil e Técnico-Científica.

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O número corresponde a 3,6% do efetivo, que tem cerca de 113 mil agentes. Até hoje, foram 16 agentes mortos pela Covid-19, sendo 10 militares e seis civis. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que começou a testagem massiva no dia 15 de maio na capital paulista nas três polícias. Até ontem (1ª), foram feitos mais de 68 mil testes em policiais que moram ou trabalham na capital e em parentes que vivem com eles.

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Em caso de resultado positivo do policial ou qualquer um de seus familiares, o agente, mesmo assintomático, é afastado preventivamente, conforme orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Ministério da Saúde e do Comitê de Contingência do Coronavírus. Segundo a SSP, policiais de outras regiões também passarão por exames, mas ainda não há data definida.

De acordo com a SSP, as atividades das três corporações não se reduziram. Delegacias, batalhões e atividades de investigação continuam com funcionamento normal, como antes da pandemia. Apesar disso, a recomendação é que os boletins de ocorrência sejam feitos pela delegacia eletrônica, se possível. Apenas os crimes de homicídio, latrocínio e estupro devem ser registrados pessoalmente na delegacia.

A secretaria informou que cerca de R$ 8 milhões já foram investidos em equipamentos de proteção aos agentes de segurança estaduais. Além disso, as corporações receberam, por meio de doações, mais de 230 mil equipamentos de proteção individual (EPIs), além de produtos de limpeza e higiene, para distribuíção aos policiais.

Fonte Agência Brasil

Comércio retoma atividade no Rio de Janeiro – Agência Brasil/Tânica Regô

Comércio no Rio de Janeiro começa a ser reaberto

Apesar dos casos da Covid-19 continuarem aumentando em todo país,  algumas empresas foram autorizadas pelo prefeito Marcelo Crivella a voltar às atividades nesta terça-feira (02). O plano completo, com seis fases de 15 dias cada, prevê a normalização de todas as atividades em agosto. Mas as fases podem ser estendidas ou encurtadas, de acordo com a avaliação do Comitê Científico que assessora a prefeitura nessa crise da pandemia do novo coronavírus.

Retornaram nesta terça o setor de serviços, as agências de automóveis, lojas de móveis e de decoração. Lanchonetes, bares e restaurantes continuam apenas com o esquema de entrega em domicílio ou retirada no local. Os estabelecimentos precisam cumprir regras de higienização e distanciamento entre os clientes.

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Hotéis e hostels podem funcionar, pontos turísticos permanecem fechados e as praias e parques podem ser frequentados apenas para atividades físicas no calçadão e esportes aquáticos individuais. Também foram liberados voos livres individuais.

O decreto do plano de reabertura não foi publicado na edição de hoje do Diário Oficial do Município. Saiu apenas uma matéria na capa com o título “Prefeitura anuncia retomada responsável das atividades econômicas no Rio”. Segundo a prefeitura, o decreto será publicado ainda hoje em edição extra do Diário Oficial.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) não recomenda a reabertura neste momento por avaliar que ainda há problemas relacionados aos registros de casos e óbitos e que não há clareza em relação às informações sobre filas, leitos hospitalares e unidades de terapia intensiva (UTIs).

Segundo a Fiocruz, não há indicações de que a pandemia esteja “sob controle”, e o sistema de saúde “não tem condições de responder tanto aos níveis atuais, quanto ao aumento do número de casos”.

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) recomendou que as medidas restritivas sejam ampliadas na cidade e não relaxadas neste momento, já que o nível de transmissão da covid-19 ainda está muito alta, com cada paciente com coronavírus contaminando mais de duas pessoas.

Fonte: Agência Brasil

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Núcia Ferreira
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