Seguindo o ditado "gato escaldado tem medo de água fria" o diretor de "Tropa de Elite 2" José Padilha se mantém pra lá de prevenido quando o assunto é pirataria. Na coletiva de imprensa do longa todos estavam muito atentos ao que falavam para revelarem o mínimo possível os detalhes sobre o filme. Padilha justificou o clima de paranóia pelo vazamento do filme original para o mercado pirata antes da estreia. "Vamos montar o filme no caveirão", brincou Padilha, que revelou a estratégia para evitar que o longa seja distribuído ilegalmente. Não haverá terceirização nas etapas de pós-produção e todas as cópias serão acompanhadas por alguém de sua equipe. "A pirataria aconteceu na legendagem para o mercado internacional", lembrou o diretor.

Sobre a polêmica de o primeiro filme ter sido considerado fascista por parte da crítica e apontado como um glorificador da violência, ele passa batido e admite não ter se policiado em relação às suas ideias ao realizar a continuação. "Os policiais têm uma expressão que diz ′faz o seu que eu faço o meu′. Não posso antecipar a reação da crítica nem a do público. Talvez a polêmica surja com a personagem da Tainá [Muller, de "Se nada mais der certo"], que é jornalista". O diretor começa a filmar a história já na próxima segunda, dia 25 de janeiro, e o lançamento deverá acontecer no dia 13 de agosto.



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