Justiça manda excluir posts sobre paternidade de Carlos Bolsonaro

Identificação dos autores das postagens será usada na continuidade da ação

Lívia Cout
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Lívia Coutinho é formada em Psicologia, mas começou sua trajetória como redatora em Maricá/RJ há mais de seis anos. Ela produz conteúdos para os nichos de política, entretenimento e celebridades. Além do Área Vip, ela também já trabalhou no Portal R7, Jetss e Paipee Brasil.
Carlos Bolsonaro
Carlos Bolsonaro – Foto: Agência Brasil

A Justiça de Santa Catarina determinou a retirada de publicações nas redes sociais que colocavam em dúvida a paternidade de Carlos Bolsonaro sobre sua única filha. Em suma, a juíza Liana Alves, da 1ª Vara Cível da Comarca de São José, tomou a decisão em caráter liminar. Desta forma, ela atinge seis conteúdos publicados nas plataformas digitais, além de seus respectivos comentários.

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Justiça manda apagar posts que questionam paternidade de Carlos Bolsonaro

De acordo com informações apuradas pela coluna de Igor Gadelha, do portal “Metrópoles”, Carlos alegou que os perfis compartilharam conteúdos considerados “falsos e ofensivos” sobre sua paternidade. Além disso, na ação, ele também destacou que decisões judiciais anteriores já esclareceram essas informações.

Ao analisar o caso, a magistrada avaliou que há sinais de irregularidade nas publicações e risco de prejuízo à imagem do ex-deputado federal, principalmente por causa da velocidade com que esse tipo de conteúdo se espalha nas redes. Por isso, a Justiça determinou que as plataformas removam os links citados no processo em até 24 horas.

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Caso a ordem não seja cumprida, foi estabelecida multa diária de R$ 5 mil, com limite de R$ 50 mil. Ao mesmo tempo, a decisão deixa claro que a medida vale apenas para os conteúdos específicos apontados.

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Decisão limita exclusão a links específicos citados no processo

Além disso, a Justiça determinou que as redes sociais forneçam, em até 15 dias, os dados cadastrais dos responsáveis pelos perfis envolvidos. Essa etapa serve para dar continuidade ao processo e identificar quem publicou o conteúdo.

Por outro lado, o pedido para obrigar uma retratação pública foi negado neste momento. Segundo a juíza, esse tipo de decisão exige uma análise mais detalhada, com espaço para defesa de todas as partes antes de qualquer conclusão.

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Lívia Coutinho é formada em Psicologia, mas começou sua trajetória como redatora em Maricá/RJ há mais de seis anos. Ela produz conteúdos para os nichos de política, entretenimento e celebridades. Além do Área Vip, ela também já trabalhou no Portal R7, Jetss e Paipee Brasil.
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