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Lula procura presidente interina da Venezuela após prisão de Maduro

Presidente buscou confirmar relatos internacionais sobre ataque e captura do líder venezuelano.

Amanda Souza
Amanda Souza
Jornalista e redatora há 7 anos. Escrevo o que vejo, o que sinto e o que vivo. De MT para o mundo que ainda sonho em conhecer.
Lula e Delcy Rodríguez (Foto: Agência Brasil/Instagram)
Lula e Delcy Rodríguez (Foto: Agência Brasil/Instagram)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) telefonou para a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez nesta segunda-feira.

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O contato teve o objetivo de buscar informações detalhadas sobre os eventos recentes que têm abalado o país vizinho. A informação foi confirmada pelo Palácio do Planalto.

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A conversa teve como foco principal esclarecer e confirmar as notícias amplamente divulgadas pela imprensa internacional e por declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

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Os relatos referem-se a uma operação militar norte-americana de grande escala em solo venezuelano, que culminou com a captura do presidente Nicolás Maduro.

No último sábado (3), dia em que ocorreram os ataques à Caracas e a captura de Maduro, o presidente Lula se posicionou contra a ação militar norte-americana.

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Sem citar os nomes de Nicolás Maduro ou Donald Trump, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou forte repúdio aos bombardeios em território venezuelano e à captura de seu presidente, descrevendo estes atos como ultrapassando “uma linha inaceitável”.

Lula afirmou que “Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”.

Ele alertou para as sérias implicações globais, sustentando que “Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.”

O presidente concluiu: “A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.”

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Amanda Souza
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