
As eleições em Israel de 2026 estão marcadas por tensões políticas, acusações de fraude e uma divisão significativa entre os eleitores. Com um cenário incerto para a formação do próximo governo, o futuro político do país permanece em aberto.
As eleições em Israel, que ocorreram em 27 de outubro de 2026, têm como objetivo eleger os 120 deputados do Knesset, o Parlamento israelense. Este pleito acontece após três anos de conflitos regionais, com a segurança do país sendo um tema central da campanha, segundo o g1.
As pesquisas indicam um empate entre o atual primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e seu principal adversário, Gadi Eisenkot, um centrista e ex-comandante militar.
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Benjamin Netanyahu, em meio à disputa eleitoral, denunciou uma suposta tentativa de fraude, acusando três dirigentes do partido árabe Lista Árabe Unida (Ra’am) de tentarem “roubar as eleições”.
Eles foram detidos com envelopes de dinheiro, mas as autoridades eleitorais afirmaram que a detenção ocorreu antes que chegassem aos locais de votação e que se tratava de um “caso isolado” sob investigação. O líder do Ra’am, Mansur Abbas, acusou Netanyahu de mentir e criar um clima de medo para mobilizar eleitores de direita.
A participação nas eleições alcançou 44,9%, o maior índice desde 1973, com locais de votação programados para fechar às 22h (17h de Brasília). O partido Likud, de Netanyahu, solicitou a prorrogação do horário de votação, mas o partido Yashar, de Eisenkot, se opôs, alegando que não havia justificativa para tal medida.
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