
Nessa sexta-feira (03/04), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se posicionou publicamente em defesa do atacante Neymar, logo após o jogador de futebol fazer uma declaração machista. Ao manifestar apoio ao ex-camisa 10 da Seleção Brasileira, o parlamentar também criticou novamente a chamada “Lei da Misoginia”, prevista no PL 896/2023, que está em análise na Câmara dos Deputados.
Neymar no centro da polêmica: Nikolas Ferreira sai em defesa do craque
De acordo com Nikolas, caso a lei seja aprovada, situações como a envolvendo Neymar poderiam levar o jogador a responder judicialmente: “Se a lei da misoginia for aprovada, casos como esse, levaria Neymar pra cadeia. Foi como eu disse, essa lei é uma aberração. Derrubaremos isso na câmara.“, prometeu o parlamentar logo a princípio, no “X”, antigo “Twitter”.
Confira:
Se a lei da misoginia for aprovada, casos como esse, levaria Neymar pra cadeia. Foi como eu disse, essa lei é uma aberração. Derrubaremos isso na câmara. pic.twitter.com/2cX3olXaZv
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) April 3, 2026
O posicionamento do deputado se dá em meio a uma grande polêmica envolvendo o atleta. Na última partida do Santos contra o Remo, o atacante criticou a arbitragem em entrevista ao “Sportv”, fazendo uma observação de cunho machista: “Ele acordou de ‘chico’ e veio assim para o jogo. Não podia nem falar com ele que ele te ignorava, virava as costas.”, disparou ele em meio a risadas.
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Assista:
“Acordou de chico e veio assim pro jogo” – como é fácil replicar expressões sexistas e preconceituosas. Por anos as mulheres foram constrangidas por menstruarem. Um simples processo BIOLÓGICO visto como algo sujo, flutuações hormonais e dores físicas invalidadas. Há quem defenda. pic.twitter.com/HWubLWGOJ7
— Mariana Pereira (@maripereira_j) April 3, 2026
Projeto de Lei prevê punição para atos de ódio contra mulheres
A declaração gerou críticas imediatas de jornalistas e também repercutiu negativamente na imprensa internacional. O episódio reacende o debate sobre a legislação que trata a misoginia como crime no Brasil.
O PL 896/2023, aprovado pelo Senado no dia 27 de março com 67 votos favoráveis e nenhum contrário, propõe que a misoginia seja considerada crime de preconceito ou discriminação. Dessa forma, a proposta define a misoginia como uma atitude de ódio ou aversão às mulheres. Atualmente, a legislação brasileira trata comportamentos misóginos como injúria ou difamação, com pena que varia de dois meses a um ano de reclusão, conforme o Código Penal.
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