
Na manhã desta sexta-feira (02/01), a Polícia Federal (PF) determinou o retorno de Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, ao cargo de escrivão da corporação. De acordo com as informações do “G1”, a decisão foi registrada no Diário Oficial da União (DOU).
Mandato cassado por faltas obrigada Eduardo Bolsonaro a retornar à PF
O afastamento de Eduardo da PF ocorreu para que pudesse cumprir seu mandato na Câmara dos Deputados. Ele, porém, teve o mandato revogado no dia 18 de dezembro, devido ao excesso de faltas. Em suma, a cassação se baseou na regra constitucional que impede deputados e senadores de se ausentarem de mais de um terço das sessões deliberativas anuais.
Eleito por São Paulo, Eduardo reside nos Estados Unidos desde o início do ano. O ex-deputado federal afirmou que a mudança se deu para se proteger de uma suposta perseguição política e jurídica no Brasil.
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Documento oficial determina retorno imediato de Eduardo ao cargo, caso contrário ele perderá o emprego
Durante seu mandato, Eduardo atuar remotamente para contornar o registro de ausências na Câmara, mas a estratégia não deu certo. O ato publicado nesta sexta, assinado pelo diretor de Gestão de Pessoas, Licínio Nunes de Moraes Netto, determina a “cessação do afastamento para exercício de mandato eletivo, a partir de 19 de dezembro de 2025“.
Além disso, o documento também menciona a necessidade de “retorno imediato ao exercício do cargo efetivo em sua lotação de origem […] para fins exclusivamente declaratórios e de regularização da situação funcional.“.
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Por fim, o documento frisa que a “ausência injustificada poderá ensejar a adoção das providências administrativas e disciplinares cabíveis“. Ou seja, Eduardo corre o risco de perder o cargo.
Leia na íntegra:

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