
O presidente Lula encaminhou ao Congresso nesta quarta-feira (21) uma Medida Provisória que promete dar um fôlego financeiro aos professores da educação básica pública.
O texto eleva o piso salarial nacional da categoria para R$ 5.130,63 em 2026, representando um reajuste de 5,40%.
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Governo Lula anuncia nova regra e corre para garantir reajuste real
A assinatura da MP ocorreu no Palácio do Planalto com a presença do ministro da Educação, Camilo Santana.
A mudança surge como uma resposta do governo à forte pressão dos professores, que enfrentavam a perspectiva de um aumento mínimo no próximo ano.
Pela regra antiga, o reajuste para 2026 seria de apenas 0,37%, o que adicionaria míseros R$ 18 ao valor atual de R$ 4.867,77, totalizando R$ 4.885,78.
A repercussão negativa e a mobilização da categoria forçaram o Ministério da Educação a buscar uma nova fórmula de cálculo.
Segundo a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, o novo índice combinado será o INPC mais 50% da variação real das receitas do Fundeb. O governo espera que a correção já valha a partir deste mês.
Em publicação no Instagram, Gleisi destacou a urgência: “É um compromisso também nosso de fazer a tramitação dessa matéria no Congresso o mais rápido possível para que a gente tenha sempre uma previsibilidade e estabilidade no aumento do piso salarial”.
O anúncio era esperado. Na segunda-feira (19), o ministro Camilo Santana já havia adiantado que o novo valor seria divulgado ainda esta semana, atendendo a uma das principais demandas do setor educacional.
Nas redes sociais, inicialmente, o anúncio do reajuste de R$18 causou muita polêmica, gerando uma onde de críticas tanto por parte dos profissionais da educação quanto por parte da direita.
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