
Nesta segunda-feira, 23, há uma expectativa de reunião entre Michelle Bolsonaro e o ministro Alexandre de Moraes, para reforçar o pedido de prisão domiciliar ao seu marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
O Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, manifestou-se favoravelmente à concessão do regime domiciliar nesta segunda-feira (23). Agora, cabe ao ministro Alexandre de Moraes a decisão final sobre a transição do líder da direita para o monitoramento doméstico, medida que deve ser anunciada em breve.
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No entanto, o cenário na Suprema Corte é de divergência. De um lado, uma ala de magistrados avalia que a transferência para o ambiente domiciliar poderia arrefecer as tensões políticas e reduzir o tom das críticas feitas pela direita contra o Judiciário. Por outro lado, um grupo de ministros demonstra cautela. O principal receio é de que, em liberdade domiciliar, Bolsonaro possa buscar refúgio em alguma representação diplomática — citando o histórico de sua ida à Embaixada da Hungria — como estratégia para evitar o cumprimento integral da pena.
Estado de Saúde e Motivação do Pedido:
Um novo boletim médico de Jair Bolsonaro revelou melhora em seu quadro clínico, com previsão de alta da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) nas próximas 24 horas. O documento explica que o paciente está estável e, caso mantenha a evolução favorável, poderá ser transferido para o quarto.
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O principal motivo para o pedido de prisão domiciliar é a internação ocorrida em março de 2026, quando o ex-presidente foi diagnosticado com broncopneumonia bacteriana bilateral. Apesar da melhora inicial após o tratamento com antibióticos, a equipe médica recomenda a continuidade da vigilância constante, devido ao risco de novas intercorrências e à necessidade de suporte clínico intensivo.
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