
Enquanto o ex-presidente Jair Bolsonaro permanece recluso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, após ter a prisão domiciliar negada pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, seus principais aliados políticos e figuras próximas enfrentam um cerco judicial cada vez mais apertado na Corte.
Na última sexta-feira (6), os ministros começaram a analisar a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra o pastor Silas Malafaia. O religioso é acusado dos crimes de injúria e calúnia por declarações feitas contra generais do Alto Comando do Exército.
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O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, votou pelo recebimento da acusação, o que pode transformar Malafaia em réu caso a maioria dos ministros o acompanhe. O julgamento em andamento não avalia culpa, mas apenas se há indícios mínimos para abertura de ação penal.
STF aperta cerco contra aliados de Bolsonaro
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal analisa denúncia da PGR contra o pastor Silas Malafaia por injúria e calúnia contra generais. Em ato na Paulista em abril de 2025, ele chamou militares de “cambada de frouxos e covardes”. O relator Alexandre de Moraes votou pelo recebimento da acusação, e os demais ministros têm até 13 de março para votar.
Eduardo Bolsonaro já é réu no STF por coação no curso do processo. A PGR o acusa de articular com Paulo Figueiredo para interferir em investigações e beneficiar o ex-presidente, condenado a 27 anos por tentativa de golpe.
Valdemar Costa Neto também voltou à mira da Corte. Em outubro, a Primeira Turma determinou a retomada das investigações contra o presidente do PL por participação na trama golpista, crimes pelos quais havia sido indiciado em 2024.
O avanço das apurações sobre o círculo bolsonarista mantém o ex-presidente na Papuda enquanto aliados enfrentam processos que podem resultar em novas condenações.
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