
Surge um clima de otimismo no entorno de Luiz Inácio Lula da Silva após uma pesquisa indicar queda de sua rejeição, e a campanha aposta em medidas populares e na disputa pelos eleitores indecisos.
A campanha de Luiz Inácio Lula da Silva considera positiva a mais recente pesquisa Quaest, principalmente por causa da redução de sua rejeição entre os eleitores e pelo aumento da distância em relação à rejeição de Flávio Bolsonaro.
A pesquisa mostra 52% de rejeição para Flávio Bolsonaro e 47% para Luiz Inácio Lula da Silva. No levantamento anterior, Lula tinha 53% de rejeição e Flávio, 54%.
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Integrantes da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva avaliam segundo a coluna de Milena Teixeira no Metrópoles que os índices de rejeição são um indicador importante na reta final da disputa, além das intenções de voto.
Aliados do presidente da República Federativa do Brasil atribuem parte da melhora a medidas recentes do governo, incluindo a aprovação do fim da escala de trabalho 6×1 e outras iniciativas federais.
A estratégia da campanha é continuar explorando o argumento de que o retorno do grupo político ligado a Jair Bolsonaro representaria riscos para o país, buscando mobilizar eleitores indecisos.
O governo também estuda anunciar medidas de forte apelo popular, como propostas relacionadas à gratuidade do transporte público e programas voltados aos MEIs (microempreendedores individuais).
Segundo a avaliação, essas iniciativas podem ajudar a ampliar o apoio entre trabalhadores e pequenos empreendedores nos dias finais da campanha.
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