
Jair Bolsonaro, através de seus advogados solicitaram ao ministro Alexandre de Moraes (STF) que dois ex-assessores, Max Guilherme Machado de Moura e Sérgio Rocha Cordeiro, possam voltar a trabalhar na residência do ex-presidente, onde ele cumpre prisão domiciliar em Brasília.
Ambos foram presos preventivamente por suspeita de fraude nos cartões de vacina, permaneceram cerca de quatro meses detidos e depois tiveram as prisões revogadas.
O Ministério Público Federal pediu o arquivamento da investigação contra eles por falta de provas. A defesa sustenta que, sem comprovação de participação deliberada, os dois devem reassumir funções de rotina na casa de Bolsonaro.
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Cabe a Alexandre de Moraes decidir se os assessores poderão retornar às atividades junto ao ex-presidente.
A Polícia Federal investigou um esquema de inserção de dados falsos de vacinação contra a Covid-19, que teria beneficiado Bolsonaro e pessoas próximas. Em 2024, o ex-presidente foi indiciado junto com Mauro Cid e outros por associação criminosa e inserção de dados falsos.
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O MPF concluiu que não havia elementos mínimos para sustentar a participação de Max Guilherme e Sérgio Cordeiro nas irregularidades, o que fundamenta o pedido atual da defesa.






