
A defesa de Jair Bolsonaro entrou com um novo pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (26), e agora o pedido é espiritual: advogados querem a autorização para que o ex-presidente receba visitas do padre Paulo Silva na Papudinha.
O requerimento, enviado diretamente ao ministro Alexandre de Moraes, pede que o religioso passe a “integrar o grupo de assistência religiosa já autorizado pelo magistrado”.
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Bolsonaro quer padre, bispo e pastor para suporte espiritual
A solicitação acontece após Bolsonaro ter sido transferido “para o espaço reservado no Complexo da Papuda, em Brasília, em meados de janeiro”. Ele cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão pelos crimes de tentativa de golpe de Estado.
Na mesma decisão que ordenou a transferência, Moraes já havia permitido que Bolsonaro recebesse “auxílio religioso uma vez por semana”. Os encontros, que podem ocorrer “às terças ou às sextas-feiras”, têm “duração máxima de uma hora”.
Atualmente, o ex-presidente já conta com dois religiosos aprovados: o bispo Robson Lemos Rodovalho e o pastor Thiago de Araújo Macieira Manzoni. Agora, a defesa busca incluir o padre Paulo Silva nesse grupo, ampliando o suporte espiritual a Bolsonaro durante o cumprimento da longa pena.
O pedido reforça a estratégia da defesa em garantir não apenas direitos processuais, mas também assistência religiosa regular, mostrando que mesmo atrás das grades, a batalha por acesso continua.
Além dos líderes religiosos, Bolsonaro também pode contar com a presença da família na Papudinha. O STF autorizou visitas familiares semanais permanentes. Poderão visitá-lo a esposa, Michelle Bolsonaro; os filhos Carlos, Flávio, Jair Renan e Laura Bolsonaro; além da enteada Leticia Firmo.
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