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Boulos revela fim da escala 6×1 ainda este semestre: “Nunca trabalhou na vida”

Guilherme Boulos expõe novidade ao Brasil

Vinícius Carvalho
Vinícius Carvalho
Formado em Direito, minha verdadeira paixão é a escrita. Comecei muito jovem no ofício, enviando críticas e análises sobre televisão para um grande portal apenas pela paixão pelo assunto e o desejo de ser lido. Contudo, com o sucesso da minha coluna, em 2014 fui alçado a redator e, desde então, tive passagens por diversos sites em variados segmentos, de esportes e benefícios sociais a televisão, celebridades e tecnologia.
Guilherme Boulos - Foto: Redes Sociais/Reprodução
Guilherme Boulos – Foto: Redes Sociais/Reprodução

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), revelou o fim da escala 6×1 no Brasil ainda neste semestre.

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Está avançando muito bem os diálogos com setores do Congresso. Eu estive com o presidente Hugo Motta, na semana passada, junto com o ministro Marinho, fizemos uma conversa com ele tanto sobre o fim do 6×1. (…) Há um avanço na discussão para que a gente vote, ainda nesse semestre, pelo fim da escala 6×1 e consiga dar essa resposta para os trabalhadores”, disse ele em entrevista ao Bom Dia Ministro.

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O rapaz também criticou quem é contra a medida. “É muita gente que fica defendendo escala 6×1 para os outros, mas está lá no jantar com caviar e champanhe. Muita gente que fica falando que tem que trabalhar, mas nunca trabalhou na vida, que é herdeiro”, disse.

Guilherme Boulos defende mudança na escala

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, também é favorável. “Não é possível a pessoa ter um dia só de descanso na semana. Isso afeta muito as mulheres, principalmente, que ainda têm dupla jornada de trabalho, trabalham fora e trabalham dentro de casa. Ficam com um dia por semana para descansar e ter os seus afazeres. É uma questão de dignidade das pessoas”, declarou.

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Uma das metas do governo na defesa da proposta é garantir que a mudança na escala não resulte em redução dos salários. Dessa forma, o Executivo pretende determinar ao menos dois dias de descanso semanal e uma carga máxima de 40 horas semanais. Hoje em dia, após reformas, a legislação permite até seis dias consecutivos de trabalho, resultando em 44 horas semanais, com apenas um dia de descanso.

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Vinícius Carvalho
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Formado em Direito, minha verdadeira paixão é a escrita. Comecei muito jovem no ofício, enviando críticas e análises sobre televisão para um grande portal apenas pela paixão pelo assunto e o desejo de ser lido. Contudo, com o sucesso da minha coluna, em 2014 fui alçado a redator e, desde então, tive passagens por diversos sites em variados segmentos, de esportes e benefícios sociais a televisão, celebridades e tecnologia.
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