
Nesta terça-feira (02/06), o senador Flávio Bolsonaro afirmou ter solicitado diretamente ao presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, que não fossem aplicadas tarifas contra empresas brasileiras. O encontro entre os dois ocorreu no dia 26 de maio, na Casa Branca, em Washington D.C.
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De acordo com uma entrevista concedida à “Itatiaia”, Flávio disse ter reforçado a defesa de setores da economia brasileira durante a conversa com o norte-americano. Além disso, o parlamentar declarou ter pedido de forma explícita a não taxação das companhias do país e destacou a expectativa de futuras negociações mais equilibradas entre Brasil e EUA.
“Eu pedi expressamente ‘não taxem as empresas brasileiras’. Em 2027 vocês vão ter um governo que vai sentar aqui com vocês, vai negociar de igual para igual. O nosso agro alimenta o mundo e não é justo taxar as nossas empresas. Temos que valorizar a nossa tecnologia, o nosso pix, o nosso etanol, que é uma energia limpa. (…). “, detalhou.
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Apesar do pedido feito durante a reunião, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) apresentou, em documento divulgado no dia 1º de junho, uma proposta que prevê tarifas de 25% sobre uma série de importações. A medida, no entanto, inclui exceções para produtos enquadrados em regras de segurança nacional.
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Ainda durante o encontro, Flávio também afirmou ter tratado de temas ligados à segurança. Conforme ele, entre os pontos levantados esteve a classificação de organizações criminosas brasileiras no exterior. Após a reunião, os EUA passaram a enquadrar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
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