
O candidato à Presidência Wilson Grassi (Democrata) defendeu a criação do programa “Meu Botox, Minha Vida” para mulheres de baixa renda. Além disso, propôs mudanças na composição do Supremo Tribunal Federal (STF).
Botox para mulheres baixa renda: candidato à Presidência apresenta propostas inusitadas
De acordo com Wilsson, o programa ofereceria toxina botulínica a mulheres que passaram por situações de sofrimento e tiveram a autoestima afetada. “Nós vamos aplicar toxina botulínica em mulheres de baixa renda, que foram judiadas, sofreram. Que estão enrugadas e têm vergonha de se olhar no espelho.“, afirmou ele logo a princípio ao portal “Metrópoles”.
Em seguida, o candidato disse ainda que pretende tratar o procedimento como uma política de saúde. “A gente não vai estar tratando ruga, vamos tratar. Autoestima é saúde emocional [e] física.“, declarou.
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Para reduzir os custos, Grassi afirmou que pretende usar uma estrutura pública. “Tenho certeza que vou conseguir aplicar botox a menos de R$ 100 porque eu tenho experiência de hospital veterinário público.”, disse por fim.
Wilson Grassi quer pedreiro e doméstica no STF
Na mesma entrevista, Wilsson propôs que o Supremo tenha representantes de diferentes profissões, com mandatos de duração determinada. “Não precisa ser advogado para estar no Supremo. A minha proposta é um ‘Supremo do Povo’.“, afirmou.
Entre os exemplos, o candidato citou pedreiro, empregada doméstica, motorista de ônibus, etc. “Cada uma das principais profissões brasileiras vai eleger para ter um mandato lá de 2,3 anos.“, explicou. Segundo Grassi, os representantes teriam assessores jurídicos para auxiliar no trabalho.
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Segundo Grassi, os representantes teriam assessores jurídicos para auxiliar no trabalho. “Então, vou colocar um pedreiro no Supremo e ele vai ter os assessores dele.“, completou por fim.
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