
Nessa última quarta-feira (28/01), Nikolas Ferreira (PL-MG) usou as redes sociais para pedir punição aos adolescentes acusados de matar o cão Orelha. Em suma, o animal vivia havia cerca de dez anos na Praia Brava, em Florianópolis (SC).
Após morte do cão Orelha, Nikolas Ferreira critica ECA e a esquerda política
Por meio de um vídeo publicado no “X”, antigo “Twitter”, o deputado federal direcionou críticas à esquerda e ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). De acordo com ele, a legislação sustenta que menores de idade não devem responder criminalmente.
“Com 16 anos, com autorização dos pais, eles podem casar, podem trabalhar, votar, decidir o futuro da nação, têm diversos direitos, mas responder pelos seus atos, não.“, disparou o mineiro logo a princípio.
++ Após post polêmico, líder do PT detona Nikolas Ferreira: “Fedelho”
Deputado afirma que a esquerda protege menores envolvidos em crimes
Na sequência, Nikolas ampliou o debate ao dizer que, ao longo dos anos, a esquerda teria se posicionado ao lado de menores envolvidos em crimes, sem defender punições mais rígidas. “Se você olhar historicamente, a esquerda sempre ficou ao lado do menor de idade, mesmo quando ele era um criminoso, e nunca defendeu uma punição realmente severa para essas pessoas.“, declarou.
Logo depois, o parlamentar completou: “Ou seja, você precisa escolher de que lado deseja ficar. Com 16 anos, hoje no Brasil, você praticamente tem salvo-conduto para fazer o que quiser, destruir a vida de quem quiser, e não vai acontecer absolutamente nada com você.“, disse por fim.
++ Polícia federal quer que Eduardo Bolsonaro volte ao trabalho
Assista:
🚨URGENTE – Deputado Nikolas Ferreira cobra redução da maioridade penal após morte do cão Orelha
“Com 16 anos, com autorização dos pais, eles podem casar, trabalhar, votar, decidir o futuro da nação, têm diversos direitos, mas responder pelos seus atos, não” pic.twitter.com/zFzK6j4NcS
— SPACE LIBERDADE (@NewsLiberdade) January 29, 2026
Carlos denuncia Polícia Federal por barrar visitas a Jair Bolsonaro
Recentemente, Carlos recorreu às redes para contar que a Polícia Federal (PF) impediu sua visita ao pai. Desse modo, ele usou o perfil do “X”, antigo “Twitter” e contou: … LEIA MAIS!





