
O senador Rogério Marinho (PL-RN) teve um mal-estar nesta terça-feira (06)), enquanto retornava a Brasília (DF) após um compromisso de campanha em Goiânia (GO), onde estava o candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL).
O senador foi levado a um hospital particular em Brasília para fazer exames. Marinho é um dos coordenadores da campanha do candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL).
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Os sintomas foram percebidos quando o político voava de volta a Brasília, após um ato em Goiânia com Flávio, o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), – derrotado no primeiro turno da eleição presidencial, e o governador reeleito, Daniel Vilela (MDB).
“Por precaução, ele foi levado ao hospital DF Star para avaliação médica. O senador passa bem e aguarda o resultado de exames”, informou a assessoria em nota ao portal g1.
Eleições
O PL foi o partido mais vitorioso nas urnas neste domingo (04), tendo eleito 19 senadores. Com o resultado a legenda terá 28 parlamentares na próxima legislatura, perto do número mágico de 41 votos para eleger o presidente da Casa. Marinho, que disputou o cargo em 2023, mas perdeu para Rodrigo Pacheco, é um dos cotados à disputa que acontece em fevereiro de 2027.
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“Isso é um assunto para a gente debater após o segundo turno. É evidente que, pelo tamanho da bancada do PL no Senado, do PL na Câmara, uma das duas casas naturalmente vai ter a aspiração do partido de presidi-las. Agora, esse é um processo em que há uma necessidade de uma convergência, de uma transigência, de uma negociação com outros partidos. Porque o PL, por maior que seja a bancada, sozinho não vai eleger ninguém”, declarou Rogério Marinho.
Flávio Bolsonaro vai usar maioria no Senado e na Câmara para ‘mudar a Constituição’
Nesta terça-feira (06), o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que pretende usar a nova composição do Congresso para promover mudanças na Constituição. Durante ato em Goiânia ao lado do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), senador disse que terá maioria no Senado e na Câmara para “mudar a Constituição” e “redemocratizar o país”. Leia mais…







