
O deputado federal Gustavo Gayer, do PL-GO (Partido Liberal por Goiás) se tornou réu após injuriar o Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) resolveu nesta terça-feira, 28 de abril, tornar o parlamentar réu pelo crime de injúria contra o político petista. Por unanimidade, o tribunal aceitou denúncia exposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o rapagão, pela publicação de uma imagem falsa que associa o presidente ao grupo terrorista Hamas e ao nazismo.
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Há dois anos, o político editou uma imagem de Lula e botou o presidente com roupas militares e uma braçadeira com símbolo da suástica da Alemanha da década de 1930. A foto falsa foi feita com ajuda de inteligência artificial.

Gustavo Gayer injuriou Lula
Depois da postagem escabrosa, a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao deputado a remoção e acionou o Ministério da Justiça. Na sequência, a Polícia Federal (PF) inaugurou um inquérito contra o famoso.
Nos trabalhos desta terça-feira, 29 de abril, por 4 votos a 0, o colegiado acompanhou o voto do relator, ministro Flávio Dino, pela abertura da ação penal contra o bolsonarista. Dino declarou que o uso de inteligência artificial para publicar uma montagem não está abarcada pela imunidade política. “Esse tema adquire especial gravidade em tempos de perigosíssimas manipulações de imagem e de vozes“, detonou.
A posição foi abraçada pelos ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. Diante da tramitação do inquérito, a Procuradoria-Geral da República (PGR) chegou a propor suspensão do processo, contudo a defesa do deputado não compareceu. Na sessão de ontem, Gayer também não apontou defesa.
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