
A ex-deputada Joice Hasselmann relatou, em entrevista para um documentário do Instituto Conhecimento Liberta (ICL), que ao visitar a casa de Flávio Bolsonaro ficou chocada com o luxo e concluiu que a riqueza dele era incompatível com sua renda declarada.
Coqueluche do momento, Joice mencionou obras de arte, móveis sofisticados e um sofá avaliado em R$ 250 mil, o que reforçou sua percepção de incompatibilidade financeira. A partir dessa visita, ela afirmou ter entendido que o patrimônio de Flávio não condizia com os vencimentos de um cargo público.
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A beldade também revelou que evitava contato com Carlos Bolsonaro, por considerar que ele cuidava do “lado podre” das redes sociais, e estabeleceu uma regra para não dividir espaço com Eduardo Bolsonaro em compromissos políticos. Essas condições expuseram tensões e atritos dentro da aliança política que ela mantinha com a família Bolsonaro.

Em resumo, a entrevista de Joice Hasselmann mistura denúncias sobre suposta incompatibilidade patrimonial de Flávio Bolsonaro com relatos de afastamento estratégico em relação a Carlos e Eduardo Bolsonaro.
“Porque quando eu cheguei na casa do Flávio, eu vi que ele era ladrão na hora. Era absolutamente incompatível o lugar que ele morava com as obras de arte que ele tinha (…), os móveis, o lavabo da casa dele. Falei: ‘Não, gente, esse cara é milionário’. Você sabe quando você está sentado no sofá de 250 mil reais, né? (…) Aí, assim, eu desmontei por dentro”, expôs a musa fitness.
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