PF bate o martelo sobre filho de Lula em escândalo do INSS e toma decisão

Operação Sem Desconto

Vinícius Carvalho
Vinícius Carvalho
Formado em Direito, minha verdadeira paixão é a escrita. Comecei muito jovem no ofício, enviando críticas e análises sobre televisão para um grande portal apenas pela paixão pelo assunto e o desejo de ser lido. Contudo, com o sucesso da minha coluna, em 2014 fui alçado a redator e, desde então, tive passagens por diversos sites em variados segmentos, de esportes e benefícios sociais a televisão, celebridades e tecnologia.
Lula com Lulinha e outros filhos (Foto: Reprodução)
Lula com Lulinha e outros filhos (Foto: Reprodução)

A PF não encontrou provas contra o filho de Lula, apesar das tentativas da oposição de vinculá-lo ao caso. Já ex-integrantes do governo Bolsonaro e outros políticos foram efetivamente indiciados.

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A Polícia Federal concluiu o primeiro inquérito sobre fraudes no INSS, indiciando 48 pessoas por descontos indevidos em aposentadorias e pensões. Coqueluche do momento, Lulinha (Fábio Luís Lula da Silva) não foi indiciado e não há provas de que tenha recebido pagamentos do operador do esquema, conhecido como “Careca do INSS”.

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Apesar de pressões da oposição e da CPMI, que chegou a aprovar a quebra de seus sigilos bancário e fiscal, não foram encontrados depósitos ou evidências de uma suposta “mesada” de R$ 300 mil. O relator da CPMI chegou a pedir seu indiciamento, mas a proposta foi rejeitada pela maioria da comissão. Seu sigilo foi quebrado e não encontraram nada ilegal.

Entre os nomes indiciados está José Carlos Oliveira, ex-presidente do INSS e ex-ministro da Previdência no governo Bolsonaro, acusado de receber R$ 550 mil em propina e destravar R$ 15,3 milhões em repasses para entidades envolvidas.

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Também foram indiciados o deputado Euclydes Pettersen (Republicanos-MG), o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto, o presidente da Conafer Carlos Lopes e o próprio “Careca do INSS”. O esquema teria movimentado até R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024. O relatório da PF será analisado pelo Ministério Público, que decidirá se apresenta denúncia contra os investigados.

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Vinícius Carvalho
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