
A PF não encontrou provas contra o filho de Lula, apesar das tentativas da oposição de vinculá-lo ao caso. Já ex-integrantes do governo Bolsonaro e outros políticos foram efetivamente indiciados.
A Polícia Federal concluiu o primeiro inquérito sobre fraudes no INSS, indiciando 48 pessoas por descontos indevidos em aposentadorias e pensões. Coqueluche do momento, Lulinha (Fábio Luís Lula da Silva) não foi indiciado e não há provas de que tenha recebido pagamentos do operador do esquema, conhecido como “Careca do INSS”.
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Apesar de pressões da oposição e da CPMI, que chegou a aprovar a quebra de seus sigilos bancário e fiscal, não foram encontrados depósitos ou evidências de uma suposta “mesada” de R$ 300 mil. O relator da CPMI chegou a pedir seu indiciamento, mas a proposta foi rejeitada pela maioria da comissão. Seu sigilo foi quebrado e não encontraram nada ilegal.
Entre os nomes indiciados está José Carlos Oliveira, ex-presidente do INSS e ex-ministro da Previdência no governo Bolsonaro, acusado de receber R$ 550 mil em propina e destravar R$ 15,3 milhões em repasses para entidades envolvidas.
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Também foram indiciados o deputado Euclydes Pettersen (Republicanos-MG), o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto, o presidente da Conafer Carlos Lopes e o próprio “Careca do INSS”. O esquema teria movimentado até R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024. O relatório da PF será analisado pelo Ministério Público, que decidirá se apresenta denúncia contra os investigados.
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