
Na madrugada de quinta para essa sexta-feira (23/10), Flávio Bolsonaro (PL) enviou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizações para divulgar seus sigilos bancário e telefônico. Isso ocorreu logo após a campanha de Lula (PT) entregar, ontem, os documentos para abrir os sigilos do presidente.
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Em suma, de acordo com informações apuradas pelo “Uol”, Flávio pediu que Lula divulgue os gastos do cartão corporativo e as visitas ao gabinete presidencial. “Os gastos do cartão corporativo da Presidência da República são pagos com dinheiro do contribuinte.“, diz a petição logo a princípio.
Em seguida, o documento ainda cita auditoria do TCU: 99,55% dessas despesas foram classificadas como sigilosas ou reservadas entre janeiro de 2023 e abril de 2025. Na sequência, sobre as visitas, o senador afirmou: “Os registros de visitas ao gabinete presidencial também são públicos por natureza.”.
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Logo depois, o filho de Bolsonaro lembrou a promessa do adversário de acabar com o sigilo de cem anos. “Basta cumprir a promessa e abrir o cartão corporativo e as visitas do gabinete.“, escreveu por fim.
Acordo vira disputa por transparência entre os candidatos
Além disso, a equipe de Lula pediu ao TSE que mediasse a divulgação. Mendonça afirmou que os candidatos podem divulgar os dados, pois o sigilo protege o titular e pode ser renunciado com consentimento.
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Já a campanha de Flávio escalou Deltan Dallagnol, ex-procurador da Lava Jato, para analisar os documentos. Este, inclusive, disse que o petista concordou em entregar documentos fiscais e bancários dele e familiares.
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