
Na abertura do ano Judiciário, nesta segunda-feira (2), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou no Supremo Tribunal Federal (STF) e fez uma forte defesa da Corte como pilar da democracia brasileira. Em tom de reconhecimento, Lula voltou a apoiar a ação penal que condenou Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão por crimes contra o Estado Democrático de Direito.
Segundo Lula, o STF “agiu no estrito cumprimento de sua responsabilidade institucional” e enfrentou críticas, ataques e até ameaças de morte sem recuar. O presidente lembrou episódios como o Plano Punhal Verde e Amarelo e os ataques de extremistas a ministros, reforçando que divergências políticas devem ser resolvidas “pelas urnas e pelas leis”.
Soberania nacional e relações internacionais em foco
Lula também aproveitou o discurso para alfinetar intervenções estrangeiras, citando tensões com o governo de Donald Trump, como retaliações econômicas e a aplicação da Lei Magnitsky. O presidente celebrou o recuo dessas medidas após retomada do diálogo diplomático entre Brasil e EUA, destacando que a democracia brasileira “não se curva a pressões de quem quer que seja”.
Eleições de 2026 e combate à desinformação
O presidente alertou sobre os desafios da Justiça Eleitoral diante do uso criminoso das redes sociais, fake news, disparos em massa e até manipulações por inteligência artificial. Segundo ele, é fundamental que o Judiciário esteja preparado para o “ritmo veloz e sorrateiro” das novas tecnologias.
Enfrentamento ao crime organizado e pacto contra feminicídio
Lula ainda destacou avanços no combate ao crime organizado, citando a Operação Carbono Oculto, que expôs conexões financeiras de alto nível do PCC. Ele defendeu que “todos pagarão pelos crimes que cometeram”.
Por fim, reforçou a necessidade de um pacto nacional contra o feminicídio, dizendo que homens “precisam entender que não são donos de ninguém” e que educar meninos é parte essencial do combate à violência.
O discurso terminou com a reafirmação de que a condenação dos golpistas fortaleceu a democracia e deixou um recado claro para o futuro: “Nenhuma autoridade está acima da lei.”
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