
O General Heleno não se calou diante do processo que pode expulsá-lo do Exército Brasileiro e mandou recado duro para o Supremo Tribunal Militar das Forças Armadas.
Em defesa que enviou ao STM, obtida por Malu Gaspar do O Globo, ele disse que a perda do posto e patente seria uma sanção desproporcional, exaltou sua vida profissional ilibada e a saúde fragilizada. Além disso, ele acusou o processo de ser motivado por questões ideológicas.
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O general apelou para a honra militar e disse que tem décadas de sacrifício pelo país pelo invicto Exército de Caxias que não podem ser anuladas. Além disso, ele citou que suas acusações não envolvem torpeza moral, e entre parêntese colocou corrupção ou crimes contra a vida, o que parece uma indireta ao fato de não fazer parte do plano de assassinato de Lula, Alckmin e Alexandre de Moraes.
General Heleno se manifesta
“A honra militar, construída em décadas de sacrifício, não pode ser anulada por divergências ideológicas ou condenações por crimes de opinião/políticos que não envolvem torpeza moral (como corrupção ou crimes contra a vida)”, diz a defesa.
No processo, a Procuradoria-Geral da República (PGR) acusou Heleno de agir em prol de questionar a credibilidade das urnas eletrônicas, além de ter incentivado o uso da Advocacia-Geral da União (AGU) pelo governo Bolsonaro para descumprir decisões judiciais.
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Entre as provas apresentadas estão anotações à mão em uma agenda de Heleno, em uma delas, “diretrizes estratégicas”, onde o general apontava “estabelecer um discurso sobre urnas eletrônicas e votações” e “é válido continuar a criticar a urna eletrônica”.
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