
A primeira-dama Rosângela da Silva (Janja) ingressou com uma ação judicial por danos morais contra o ex-conselheiro do Corinthians, Manoel Ramos Evangelista, conhecido como Mané da Carne.
O motivo foi uma publicação ofensiva nas redes sociais em que ele a chamou de “putana”, expressão considerada depreciativa, machista e misógina.
Houve um acordo judicial entre a beldade e Mané da Carne, mas os detalhes permanecem sob sigilo. O episódio se soma a uma série de controvérsias envolvendo o ex-conselheiro, que já enfrentou acusações de injúria racial e de condutas machistas em anos anteriores, consolidando uma imagem pública marcada por conflitos e declarações ofensivas. Informações do Poder360.
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Na ação, Janja pediu uma indenização de R$ 50.000 e uma retratação pública, sustentando que a ofensa atingia diretamente sua honra e imagem, além de reforçar estereótipos de gênero.
O processo tramita na 3ª Vara Cível do Foro Regional XI, em São Paulo. Em agosto de 2026, foi protocolado um pedido de homologação de acordo, e em setembro a Justiça determinou que o réu se manifestasse sobre os termos propostos.
Embora o conteúdo do acordo esteja sob sigilo judicial, o jornal O Globo noticiou que Janja teria aceitado receber R$ 5.000, valor significativamente inferior ao inicialmente solicitado.
O histórico de Evangelista mostra que este não é um episódio isolado. Em 2024, ele foi investigado por injúria racial contra conselheiros do Corinthians, o que reforça sua trajetória marcada por declarações polêmicas. Já em 2021, foi alvo de denúncia por mensagem de teor machista, mas o caso acabou arquivado pelo Conselho de Ética do clube.
O portal Poder360 tentou contato tanto com Evangelista quanto com Janja para obter declarações sobre o acordo, mas não recebeu resposta até a publicação da reportagem.
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