
Janja participou de uma audiência pública no STF sobre a proibição das bets e entregou ao ministro Luiz Fux um estudo sobre os impactos das apostas online nas mulheres e nas famílias.
Janja defendeu a manutenção da proibição das apostas online, associando as bets a endividamento, problemas de saúde mental e impactos negativos sobre mulheres e famílias.
A primeira-dama afirma que as famílias brasileiras precisam permanecer “livres das bets” e que a volta das plataformas colocaria em risco o sustento, a saúde e a segurança das famílias.
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“Na manhã desta terça-feira (3), acompanhei a audiência pública sobre Medida Provisória que trata de apostas esportivas, e reforço que não podemos deixar que as bets voltem a operar e a colocar em risco o sustento, a saúde e a segurança das famílias”, disse.
Ela sustenta que o vício em apostas online se tornou um problema de saúde pública que afeta não apenas os apostadores, mas todo o núcleo familiar, especialmente as mulheres.
O relatório apresentado, intitulado “Mulheres e Bets: o custo das apostas online para as brasileiras e suas famílias”, busca mostrar os impactos econômicos, emocionais e familiares das apostas.
Entre os dados citados em reportagens sobre o estudo, uma parcela significativa das mulheres considera que as apostas estão prejudicando as famílias brasileiras, e muitas relataram ter recorrido às bets buscando complementar a renda doméstica.
Na visão de Janja, proibir as bets significa proteger a saúde, a renda e a dignidade das famílias brasileiras.
“O vício nas apostas online se tornou um problema de saúde pública que não afeta apenas a vida de quem aposta, ele adoece toda a família, principalmente as mulheres. São as mulheres que sentem o principal peso desse vício”, declarou.







