
A coligação Brasil Pronto Pra Mais, formada por partidos como PT, PSB, PDT e PSOL, acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra Flávio Bolsonaro (PL) e aliados. Estes são os deputados Nikolas Ferreira (PL-MG), Rony Gabriel (Podemos-RS), Lucas Pavanato (PL-SP) e o empresário Pablo Marçal (PRTB-SP). Em suma, a ação acusa o grupo de divulgar vídeos manipulados e conteúdos, supostamente falsos, sobre o ato de Lula na Avenida Paulista, no domingo (11/10). O PL também aparece como réu.
PT aciona TSE contra Flávio Bolsonaro, Nikolas e Pablo Marçal
Conforme apurou o “Metrópoles”, apresentada na segunda-feira (12/10), a representação afirma que as publicações associaram Lula e seus apoiadores a crimes. “Ao atribuir genericamente essas condutas aos participantes da manifestação, o vídeo extrapola a crítica política e constrói uma representação depreciativa do ato e do candidato por ele apoiado.“, afirma o documento.
De acordo com a coligação, vídeos publicados pelos políticos e por Marçal incluíram cenas registradas no Chile no sábado (10/10), um dia antes do ato em São Paulo. O material original foi localizado no perfil @multapor100, na rede social X (antigo “Twitter”).
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Por isso, a ação pede que o TSE determine a remoção dos conteúdos das redes sociais em até 24 horas.
Coligação pede multa por publicação
Além da retirada dos vídeos, a coligação solicita multas de até R$ 30 mil por publicação para cada representado. Além da proibição de novas postagens com conteúdo equivalente. Esta, inclusive, também pede que as plataformas identifiquem os responsáveis por outros perfis e links que divulgaram o material questionado.
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O processo foi distribuído por sorteio ao ministro Marco Aurélio Bellizze Oliveira. Desse modo, agora caberá à Justiça Eleitoral analisar os pedidos e as acusações apresentadas.
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