
Os bastidores de Brasília voltaram a ferver com a movimentação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para definir dois novos diretores do Banco Central no início deste ano. Segundo revelou o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o nome mais cotado para assumir uma das cadeiras é o de Guilherme Mello, atual secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda e figura de grande confiança dentro da equipe comandada por Fernando Haddad.
Peso político e impacto no mercado
A possível indicação de Mello já provoca reações no mercado financeiro e entre analistas econômicos. Considerado um formulador importante da política econômica do governo, ele tem atuação direta em pautas estratégicas e costuma defender uma visão alinhada às diretrizes do Ministério da Fazenda. Sua eventual chegada ao Banco Central é vista como um movimento capaz de alterar o clima entre o Planalto e a autoridade monetária, sobretudo após meses de tensão em torno da taxa Selic e do ritmo de desaceleração econômica.
O que esperar da decisão
A escolha para os cargos de direção do Banco Central costuma influenciar a confiança de investidores e o equilíbrio institucional entre governo e BC. Caso Guilherme Mello seja realmente indicado, Lula deverá reforçar sua estratégia de aproximar a condução da política monetária da agenda econômica do Executivo.
Expectativa para o anúncio oficial
O anúncio oficial deve ocorrer ainda nas primeiras semanas do ano, e outros nomes seguem em avaliação. Até lá, a indicação de Mello permanece como a mais provável, alimentando debates sobre os próximos passos da política econômica brasileira.
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