
André Luiz de Almeida Mendonça, 53, conhecido amplamente como ministro André Mendonça do Supremo Tribunal Federal (STF), quebrou o silêncio sobre possível delação de Daniel Bueno Vorcaro, 42, empresário brasileiro com atuação nos setores financeiro, imobiliário, de saúde e varejo.
O juiz disse nesta sexta, 8 de maio, que uma colaboração premiada deve primeiro ser “séria e efetiva”. A fala foi anunciada por nota da sala do ministro no Supremo, após matérias na imprensa informarem que Mendonça teria dito à defesa do banqueiro, dono do Banco Master, que não deseja homologar os atuais termos da proposta de delação apresentada ontem à Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Polícia Federal (PF).
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Isso porque ele acreditaria que Vorcaro não acrescentou muito ao que já se tem por seu celular apreendido. Contudo, em nota enviada à imprensa, Mendonça desmentiu e falou que nem teve acesso ainda ao material entregue aos órgãos. Porém, ponderou que uma colaboração premiada deve produzir feitos para entrar em vigor.
Mendonça bate o martelo
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“Tem sido consistente e inequívoco em sua posição sobre o tema da colaboração premiada. A colaboração premiada é um ato de defesa, um direito assegurado ao investigado. Para que produza efeitos, a colaboração deve ser séria e efetiva”, disparou.

Mendonça também comentou que as investigações sobre o caso Master seguirão enquanto isso. “Cabe esclarecer, ainda, que o ministro até o presente momento, não teve acesso ao teor do material entregue pela defesa à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República. Quaisquer afirmações em sentido contrário não refletem a realidade dos fatos e carecem de fundamento”, explicou.
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