Moraes bate o martelo e ordena prisão de empresário: “Golpe de Estado”

Xandão toma decisão

Vinícius Carvalho
Vinícius Carvalho
Formado em Direito, minha verdadeira paixão é a escrita. Comecei muito jovem no ofício, enviando críticas e análises sobre televisão para um grande portal apenas pela paixão pelo assunto e o desejo de ser lido. Contudo, com o sucesso da minha coluna, em 2014 fui alçado a redator e, desde então, tive passagens por diversos sites em variados segmentos, de esportes e benefícios sociais a televisão, celebridades e tecnologia.
Alexandre de Moraes (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil // Destaque AV)
Alexandre de Moraes (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil // Destaque AV)

O Ministro do STF – Supremo Tribunal Federal – Alexandre de Moraes, relator do caso do golpe de Estado do Bolsonaro – ordenou a prisão de empresário dentro do rito do Código de Processo Penal, após a primeira turma da Suprema Corte condená-lo.

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Trata-se do catarinense Alcides Hahn, natural de Blumenau, em Santa Catarina, que é um dos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A Suprema Corte condenou-o a 14 anos de prisão em regime inicial fechado pelo financiamento logístico das mobilizações bolsonaristas de “velhinhas com bíblias na mão” que invadiram e destruíram as sedes dos Três Poderes, em Brasília. A policial militar Marcela da Silva Morais Pinno quase morreu após ser agredida nos atos dos “velhinhos” e “mulheres com batons passeando em um domingo ensolarado“, conforme a justificativa de alas bolsonaristas.

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A decisão aconteceu na Primeira Turma do STF, com base em denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR). O caso reforça a responsabilização de apoiadores financeiros dos crimes.

Moraes dá ordem de prisão

Segundo o processo, o empresário fez contribuição monetária para o deslocamento dos manifestantes de Blumenau até a capital do Brasil. A PGR revelou que esse apoio mostrou participação relevante na logística do quebra-quebra.

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Outros dois também foram sentenciados: Rene Afonso Mahnke, que mandou R$ 1.000, e Vilamir Valmor Romanoski, que pagou R$ 10 mil. Este último foi apontado como uma liderança local, que recrutou participantes e organizou a estrutura do grupo. As condenações não são só pelas quantias, mas pela organização logística do “evento“.

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O empresário foi condenado por Abolição violenta do Estado Democrático de Direito, Golpe de Estado, entre outros crimes. Hahn disse que fez o Pix a pedido de um conhecido, mas declarou que não sabia o destino da grana, e que seria um empréstimo, e que ele foi condenado sem provas de envolvimento.

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