
Nesse último domingo (04/10), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, falou sobre o uso de celular na urna. Ao votar no primeiro turno das eleições de 2026, em São Paulo, ele foi questionado sobre o uso do aparelho na cabine.
A resposta de Alexandre de Moraes ao mostrar o celular antes de votar
Enquanto aguardava para votar, Moraes mostrou à imprensa o aplicativo e-Título aberto no aparelho móvel. Jornalistas perguntaram sobre o celular, e o ministro sorriu ao lembrar que ajudou a estabelecer a proibição de eletrônicos durante a votação. “Eu que criei isso. Eu que proibi.“, respondeu em tom descontraído.
Em suma, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adotou a regra em 2022, quando Alexandre de Moraes presidia a Corte. Dessa forma, a medida busca preservar o sigilo do voto e impedir registros ou interferências durante a votação.
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Ministro ignora pergunta sobre reforma no Judiciário
Depois de votar, Moraes também elogiou a atuação do TSE, atualmente presidido pelo ministro Kassio Nunes Marques. “Quero dar parabéns […]. Novamente a Justiça Eleitoral no Brasil é um exemplo para o mundo todo.“, declarou.
Porém, quando questionado sobre uma possível reforma do Judiciário, o ministro não respondeu.
➡️ Questionado sobre uso de celular na urna, Moraes responde: "pô, eu que proibi” pic.twitter.com/UcQfxY07MH
— Metrópoles (@Metropoles) October 4, 2026
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Caso de Zema
A declaração de Alexandre de Moraes ocorreu horas depois de Romeu Zema (Novo) ser flagrado com um celular dentro da cabine de votação, em Araxá (MG). O candidato afirmou que não foi avisado sobre a proibição. “Eu ando com o celular o dia todo, né? Ele é quase que como se fosse um dedo. E ninguém me lembrou ali e eu fui votar normalmente.“, defendeu-se.
Apesar disso, a Justiça Eleitoral de Minas Gerais analisará o caso.
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