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Nikolas Ferreira é desmascarado pela Receita após ressuscitar fake news do Pix

Nikolas Ferreira é desmascarado pela Receita

Vinícius Carvalho
Vinícius Carvalho
Formado em Direito, minha verdadeira paixão é a escrita. Comecei muito jovem no ofício, enviando críticas e análises sobre televisão para um grande portal apenas pela paixão pelo assunto e o desejo de ser lido. Contudo, com o sucesso da minha coluna, em 2014 fui alçado a redator e, desde então, tive passagens por diversos sites em variados segmentos, de esportes e benefícios sociais a televisão, celebridades e tecnologia.
Nikolas Ferreira Foto Lula Marques/ Agência Brasil
Nikolas Ferreira Foto Lula Marques/ Agência Brasil

O deputado Nikolas Ferreira resolveu ressuscitar a fake news do Pix em exatos um ano após a primeira, em janeiro do ano passado.

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Contudo, ao contrário da última, que mesmo se provando falsa gerou graves consequências a imagem do governo, dessa vez o rapaz foi logo desmascarado. A Receita Federal divulgou nota oficial nesta quarta (14) para responder o vídeo do rapaz nas redes sociais.

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Na filmagem, o político diz que o governo federal está vigiando transações via Pix com a meta de criar um novo imposto. Trata-se da infame estratégia do “Pânico Moral”, amplamente estudada e difundida para quem quiser saber mais e não cair mais nesse tipo de manipulação. A Receita disse que a informação do vídeo é falsa, e que não há qualquer imposto sobre o Pix e que não há previsão legal para a criação de tributo sobre transferências realizadas pelo método.

Nikolas Ferreira é desmentido

A Receita revelou que a norma citada pelo deputado trata do envio de informações por instituições financeiras, fintechs e plataformas de pagamento, da mesma maneira que os bancos já fazem. Além disso, a medida não cria monitoramento individual das pessoas. A Receita reiterou que “a Constituição Federal proíbe a tributação de movimentações financeiras” e que “não existe tributação do Pix nem monitoramento de transações para fins tributários”.

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Fake news geram pânico financeiro e facilitam golpes por redes sociais, telefone e WhatsApp”, alertou a Receita. “A IN RFB nº 2.278/2025 não cria monitoramento de PIX. Ela apenas estende às fintechs as mesmas obrigações de transparência já aplicadas aos bancos, sem identificar movimentações. A medida é essencial para combater lavagem de dinheiro”.

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Ou seja, a medida impede o que foi revelado na Operação Carbono Oculto, com várias fintechs da Faria Lima lavando dinheiro do PCC. As investigações ainda estão em curso e prometem atingir políticos.

EM 1 ANO, LULA DÁ A VOLTA POR CIMA E RECUPERA FÔLEGO

Lembra da fake news de Nikolas Ferreira que o Pix seria taxado? Pois é, já faz um ano. Desde então, o Presidente Lula conseguiu dar a volta por cima e recuperar o fôlego político… Leia Mais!

Vinícius Carvalho
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Formado em Direito, minha verdadeira paixão é a escrita. Comecei muito jovem no ofício, enviando críticas e análises sobre televisão para um grande portal apenas pela paixão pelo assunto e o desejo de ser lido. Contudo, com o sucesso da minha coluna, em 2014 fui alçado a redator e, desde então, tive passagens por diversos sites em variados segmentos, de esportes e benefícios sociais a televisão, celebridades e tecnologia.
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