
O Novo teceu críticas ao resultado da eleição presidencial de 2026, das ações judiciais movidas pelo partido contra a chapa reeleita de Lula e do posicionamento da legenda após a disputa eleitoral. Para o partido, só é democracia se o Flávio vencer.
O presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro, afirmou que o resultado da eleição presidencial de 2026 seria uma prova de que o Brasil “não é uma democracia”. Ele acusa o PT de ter usado a máquina pública e o STF para se manter no poder.
“O resultado da eleição é a prova de que o Brasil não é uma democracia. Como se não bastasse fazer uma campanha cheia de mentiras, o PT usou como nunca a máquina pública e o STF pra se manter no poder. Temos três ações pedindo a cassação da chapa de Lula. Cabe agora à Justiça cumprir seu papel, se ainda existe Justiça nesse país”, disse Ribeiro, segundo informações de Neila Guimarães do Metrópoles.
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O partido informa que apresentou três ações ao TSE pedindo a cassação da chapa de Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, alegando abuso de poder político e econômico.
Uma dessas ações foi protocolada em 20 de outubro e questiona medidas adotadas pelo governo em 2026 que, na visão do Novo, teriam favorecido a reeleição de Lula. Entre elas está o reajuste do Bolsa Família.
A avaliação sobre a existência ou não de irregularidades cabe à Justiça Eleitoral, que analisará os argumentos e as provas apresentadas pelo partido.
Lula foi reeleito com 51,79% dos votos válidos (64,2 milhões de votos), enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 48,21% (59,8 milhões de votos). A diferença foi de aproximadamente 4,4 milhões de votos.
O Novo lançou Romeu Zema no primeiro turno e, após sua derrota, passou a apoiar Flávio Bolsonaro no segundo turno.
Por fim, o Novo ampliou sua representação no Congresso, elegendo 10 deputados federais e 3 senadores, fortalecendo sua atuação como oposição.







