
Lula, em encontro ministerial no dia 3 de junho de 2026, acusou Flávio e Eduardo Bolsonaro de interferirem junto a Donald Trump, o que teria resultado em novas tarifas americanas sobre exportações brasileiras.
Foram anunciados impostos de 25% e 12,5% sobre produtos de empresas brasileiras. Lula afirmou ter sido pego de surpresa, já que havia negociado com Trump um prazo até 15 de junho para resolver divergências entre os países. O presidente classificou a ação dos irmãos Bolsonaro como “traição à pátria”, destacando que quem sofre é o povo brasileiro, não ele pessoalmente.
Lula pediu que seus ministros enfrentem a narrativa do clã Bolsonaro “sem medo”, denunciando publicamente que se trata de uma tentativa de prejudicar o Brasil por interesses eleitorais.
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“O que é triste é que tem brasileiros – que eu não vou citar o nome aqui – fomentando essa briga na perspectiva de que se ele taxar a gente, ele vai prejudicar uma candidatura a Presidente da República. E um imbecil desse não percebe que quem é prejudicado é o povo, não é o Lula”, lamentou o presidente.
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“Pedir uma punição ao país na perspectiva de derrotar uma candidatura ou de levar vantagem é de uma grosseria que eu não posso encontrar outro nome a não ser traição da pátria. Isso seria chamado de traição da pátria, é o que eles fizeram”, disparou.
“Não tem na sociologia explicação para um comportamento de um grupo de irresponsáveis como esses”, concluiu Lula, que é casado com socióloga.
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