
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) se pronunciou após a grande repercussão da chamada “caminhada da liberdade”, movimento liderado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que saiu de Paracatu (MG) com destino a Brasília (DF). A mobilização, que já está no terceiro dia, reúne cerca de 100 manifestantes caminhando pelo acostamento de rodovias federais.
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Em nota enviada ao portal Metrópoles, a PRF informou que não houve comunicação prévia do ato, o que impediu o planejamento de ações para garantir a segurança dos participantes. Segundo o órgão, apesar de não haver proibição, o deslocamento oferece riscos devido ao fluxo intenso de veículos nas estradas.
Falta de aviso preocupou autoridades de trânsito
De acordo com a corporação, o monitoramento do grupo está sendo feito de forma contínua ao longo da BR-040. No entanto, a PRF reforçou que a ausência de aviso impossibilitou a adoção de medidas preventivas, como sinalização especial ou controle do tráfego.
“Por questões estritamente operacionais e de segurança viária, ressaltamos os riscos inerentes ao fluxo extraordinário na via”, destacou a PRF em comunicado oficial.
Protesto político e apoio parlamentar
A caminhada tem como bandeira a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro e dos condenados pelos atos de 8 de Janeiro, classificados por Nikolas como vítimas de uma “perseguição sistemática”. O deputado também critica decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e afirma que o ato é um chamado à “consciência nacional”.
O movimento conta com a presença de parlamentares aliados, como Gustavo Gayer, André Fernandes, Zucco e Márcio Bittar, e deve chegar à capital federal neste domingo (25), onde está prevista uma manifestação de apoio político.
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