
Lideranças do PT se mobilizaram em São Paulo para dar início às articulações visando o pleito estadual. Em reunião realizada na capital paulista, dirigentes, parlamentares e deputados estaduais e federais alinharam estratégias e impuseram um prazo para que os comandos nacional e regional definam a composição da chapa que disputará o Palácio dos Bandeirantes.
De acordo com informações do CNN, o nome do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, é visto internamente como a opção com maior potencial de competitividade.
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Houve cobrança coletiva para que ele anuncie sua disposição de concorrer ainda no primeiro trimestre. O encontro também colocou em pauta a necessidade de ministros e gestores de autarquias com ligação com o estado intensificarem sua presença no território paulista.
Nos bastidores, a federação com o PSOL dividiu opiniões. Enquanto setores do partido demonstram resistência à aliança, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva observa a união com bons olhos.
O deputado Jilmar Tatto, vice-presidente nacional da legenda, reforçou a urgência do planejamento: “Precisamos montar nosso palanque e nossa estratégia de campanha até março”.
Caso Haddad não aceite o desafio, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, desponta como alternativa.
Parlamentares também manifestaram apreensão quanto à composição das chapas proporcionais, que podem enfrentar desfalques com a permanência de ministros paulistas no primeiro escalão do governo federal.
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