Tarcísio detona fim da escala 6×1 e diz que o Brasil precisa cuidar dos empresários

Tarcísio de Freitas causou polêmica

Vinícius Carvalho
Vinícius Carvalho
Formado em Direito, minha verdadeira paixão é a escrita. Comecei muito jovem no ofício, enviando críticas e análises sobre televisão para um grande portal apenas pela paixão pelo assunto e o desejo de ser lido. Contudo, com o sucesso da minha coluna, em 2014 fui alçado a redator e, desde então, tive passagens por diversos sites em variados segmentos, de esportes e benefícios sociais a televisão, celebridades e tecnologia.
Tarcísio de Freitas - Foto: TV Globo
Tarcísio de Freitas – Foto: TV Globo

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, do Republicanos, criticou o fim da escala 6×1 durante a feira APAS Show na última noite.

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O político defendeu que “cuidar do trabalhador” exige também “cuidar do empregador”, mencionando a necessidade de desoneração das empresas.

“Não adianta achar que vai cuidar do trabalhador sem cuidar do empregador. Quem está falando hoje de desoneração do empregador […] todo mundo quer que o trabalhador possa passar mais tempo em casa, possa ter uma escala melhor e ganhar a mesma coisa, possa estar com seus entes queridos. Mas a gente não pode enganar o trabalhador, essa é a grande questão”, disparou o homenzarrão.

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Tarcísio de Freitas vai pra cima

Contudo afirmou, sem apresentar evidências, que trabalhadores poderiam usar a folga para fazer “bicos” e compensar perda de renda.
Não adianta achar que, de repente, aquele trabalhador que vai ter uma jornada reduzida, mas vai perder o seu poder de compra, vai aproveitar essa jornada com sua família. Ele vai ter que perder o tempo livre fazendo bico para garantir o mínimo de renda, e isso é extremamente preocupante”, relatou o governador do estado.

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Cento e setenta e um deputados federais apresentaram emenda à PEC 221/2019 para adiar a redução da jornada de trabalho em 10 anos, mantendo até 44 horas semanais em atividades consideradas “essenciais”. Nomes como Nikolas Ferreira e Mario Frias. Se aprovada, a mudança só entraria em vigor em 2036 e dependeria de regulamentação adicional.

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Vinícius Carvalho
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